Por: Ana Luiza Sá – Comunicação Cáritas – Lages, SC
Com uma abordagem multifacetada e o foco em alcançar as comunidades mais vulneráveis, o Projeto Enfrentamento às Violências Contra a Pessoa Idosa – 3ª Edição emerge como uma das iniciativas sociais mais promissoras, projetando um impacto significativo e sustentável até 2026. O projeto não se limita a denunciar, mas busca ativamente prevenir, conscientizar e dar suporte direto aos idosos em situação de risco. As ações propostas para esta terceira edição demonstram um planejamento robusto, visando tanto a conscientização em massa quanto o atendimento individualizado e a articulação comunitária.
- Conscientização e Enfrentamento: Desenvolver ações de conscientização e enfrentamento às diferentes formas de violência contra pessoas idosas, priorizando aquelas em situação de vulnerabilidade.
- Articulação Comunitária: Reunir e dialogar com associações de moradores e lideranças dos territórios abrangidos para estabelecer parcerias e propor ações permanentes. A expectativa é que, ao envolver as lideranças locais, o projeto crie uma rede de proteção que perdure após o seu ciclo de financiamento.
- Atendimento Direto e Qualificado: A equipe do projeto se dedicará a identificar e atender pessoas idosas socialmente vulneráveis em situação de violência, utilizando escuta qualificada, rodas de conversa e visitas domiciliares. Este é um pilar crucial, pois garante que o auxílio chegue a quem realmente precisa e muitas vezes está isolado.
- Produção de Conteúdo: O projeto inclui a produção e distribuição de material educativo, tanto impresso quanto virtual, sobre os direitos previstos no Estatuto da Pessoa Idosa. Além disso, a produção e veiculação de programetes de rádio garantem que a mensagem alcance idosos que não têm acesso fácil à internet.
A combinação de ações de base (visitas, rodas de conversa) e de alcance massivo (rádio, seminário) tem levantado grandes esperanças de que 2026 será o ano da consolidação dos resultados do projeto.
A grande aposta para 2026 está na perenidade das ações. Ao capacitarmos as associações de moradores e as lideranças locais, estamos plantando sementes para que o enfrentamento à violência contra a pessoa idosa se torne uma política social auto-sustentável em cada bairro, e não apenas um projeto pontual,” afirma um dos coordenadores envolvidos.
Em um momento em que a população idosa cresce e, com ela, a preocupação com a violência e negligência, a 3ª edição do projeto é vista como um passo essencial para garantir que os direitos e a dignidade da pessoa idosa sejam plenamente respeitados na sociedade.
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